WCST

Teste Wisconsin de Classificação de Cartas

Robert K. Heaton; Gordon J. Chelune; Jack L. Talley; Gary G. Kay; Glenn Curtiss
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Material restrito à psicólogos

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Descrição

O WCST é um instrumento internacionalmente reconhecido como padrão ouro na avaliação das funções executivas. Foi desenvolvido em 1948 na Universidade de Wisconsin (EUA), naquela ocasião os pesquisadores buscavam uma forma segura de medir "comportamentos abstratos" ou processos mentais envolvendo a flexibilidade de pensamento. Após esse trabalho pioneiro, surgiram várias versões semelhantes do teste, baseadas na publicação original, porém com apreciáveis diferenças nos procedimentos de administração e de apuração dos resultados.

Trata-se de um instrumento que avalia o raciocínio abstrato, a capacidade do sujeito de gerar estratégias de solução de problemas em resposta a condições mutáveis. Os critérios de resolução são inicialmente desconhecidos e mutantes, exigindo do respondente uma compreensão dos princípios lógicos do problema. 

Como outras medidas da função execu­tiva, o WCST requer planejamento estratégico, explo­ração organizada utilizando feedback ambiental para mudar contextos cognitivos, direcionando o comporta­mento para alcançar um objetivo e modulando a res­ponsividade impulsiva.

 

Novo Manual:

O manual revisado e padronizado, apresenta regras de atribuição de escore refinadas e exemplos claros desses procedimentos de escore, que se voltam para ambiguidades comuns e fon­tes de dificuldades de pontuação. O protocolo do WCST também foi revisado para facilitar o registro das respos­tas do cliente e o cálculo dos escores do WCST.

 

Público Alvo

Destinado a avaliar crianças, adolescentes, adultos e idosos, abrangendo uma faixa etária de 6 anos e seis me­ses a 89 anos de idade.

 

Contexto

Clínico, Hospitalar e Neuropsicológico

 

Aplicação

Qualquer psicólogo treinado com prática em testagem psicológica pode ser um examinador. Entre­tanto, os procedimentos de administração, registro e pontuação, detalhados neste manual, devem ser cuida­dosamente estudados e dominados pelo examinador, antes do WCST ser usado num contexto clínico. Trei­namento e supervisão desses procedimentos devem ser proporcionados por um psicólogo qualificado.

É feita de forma individual e sua duração costuma ser entre 20 e 30 minutos, apesar de não possuir limites de tempo. 

Além dos materiais do WCST (folha de registro e cartas do WCST), o examinador precisará de um lápis ou ca­neta para registrar as respostas do examinando. Uma prancheta com clipe para segurar o protocolo de regis­tro também é desejável, a fim de mantê-lo fora da visão do examinando.

 

Imagens do material

       

 

Normatização

As normas do teste foram desenvolvidas a partir de 2.708 sujeitos de amostras das regiões sul, sudeste e nor­te, com a faixa etária entre 6 anos e seis meses a 89 anos e 11 meses.

No contexto brasileiro, para o estudo de fidedignidade foram realizadas as análises de coeficiente de generali­zabilidade para três populações: crianças e adolescen­tes; adultos; e idosos. As evidências de validade foram feitas a partir da comparação de diferentes faixas etá­rias e grupos clínicos, sendo eles: Transtorno de Déficit de Atenção, usuários de crack e alcoolistas, Depressão Maior, Doença de Alzheimer e Doença de Parkinson.

  

Correção Informatizada

O teste possui correção informatizada, possibilitando agilidade e praticidade na obtenção dos resultados. O sistema é intuitivo e oferece relatório com análise quantitativa.

As licenças são inclusas na compra da coleção e do bloco de respostas, em ambas as situações são disponibilizadas 25 correções informatizadas.

Link do Sistema:

https://correcao-hogrefe.com.br/wcst/usuarios/login 

 

Padronização

 

Margareth da Silva Oliveira

Psicóloga. CRP 07/01105. Doutora em Ciências: Psi­quiatria e Psicologia Médica (UNIFESP). Mestre em Psicologia Clínica (PUCRS). Estágio Pós-Doutoral na University of Maryland Baltimore Country (UMBC). Professora Titular nos Cursos de Graduação e Pós-Gra­duação em Psicologia na Escola de Ciências da Saúde (PUCRS). Bolsista 1C, CNPq.

  

Clarissa Marceli Trentini

Psicóloga. CRP 07/08471. Doutora em Ciências Médi­cas: Psiquiatria (UFRGS). Mestre em Psicologia Clínica (PUCRS). Especialista em Psicologia Clínica com ênfa­se em Avaliação Psicológica (UFRGS). Professora As­sociada nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Psicologia no Instituto de Psicologia da UFRGS. Bolsis­ta 1C, CNPq.

 

Irani Iracema de Lima Argimon

Psicóloga, CRP 07/01211. Doutora em Psicologia (PU­CRS). Mestre em Educação (PUCRS). Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental. Professora Titular nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Psicolo­gia na Escola de Ciências da Saúde (PUCRS). Bolsista 1D, CNPq.

 

Maisa dos Santos Rigoni

Psicóloga. CRP 07/08915. Doutora em Psicologia (PU­CRS). Mestre em Psicologia Clínica (PUCRS). Psicana­lista pela Associação Psicanalítica Sigmund Freud. Pro­fessora Adjunta no Curso de Graduação em Psicologia da PUCRS.

 

José Humberto da Silva-Filho

Psicólogo. CRP 20/03750. Doutor em Ciências: Psi­cologia (USP-RP). Especialista em Psicologia Clínica (CFP). Especialista em Neuropsicologia (CFP). Profes­sor Adjunto nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

 

Bruna Gomes Mônego

Psicóloga. CRP 07/19000. Doutora em Psicologia (UFRGS). Mestre em Psicologia (UFRGS). Especialis­ta em Neuropsicologia (CFP). Professora do Curso de Graduação em Psicologia do FTEC/IBGEN. Professora convidada em Cursos de Pós-Graduação.

 

Larissa Leite Barboza

Psicóloga. CRP 20/03618. Mestre em Psicolo­gia (UFAM). Especialista em Avaliação Psicológica (FMF|DeVry Brasil). Professora do Curso de Gradua­ção em Psicologia da FMF|Wyden. Professora convida­da em Cursos de Pós-Graduação.