d2-R

Teste D2 – Revisado

Leandro F. Malloy-Diniz; Carlos G. F. M. Schlottfeldt; Alexandre L. O. Serpa
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Material restrito à psicólogos

 

Descrição

O D2 – Revisado (D2-R) é um instrumento que avalia a habilidade de atenção concentrada e sustentada. A tarefa consiste em selecionar símbolos alvo dentre símbolos similares, sob pressão do tempo. O teste se destaca pela sua precisão de medida e existem várias evidências que asseguram que ele mede os construtos de atenção e concentração. 

Trata-se de um teste econômico, relativamente resistente a fal­seamento, sendo assim, estratégias voltadas para a obtenção de me­lhores resultados são ineficazes, e a simulação de uma capacidade de desempenho rebaixada em muitos casos é passível de identificação.

 

Público-Alvo: 

Aplicação presencial:

O instrumento é destinado à indivíduos entre 07 e 76 anos de idade.

 

Aplicação online (HTS 5):

O instrumento é destinado à indivíduos entre 18 e 60 anos de idade. 

 

Contexto:

Clínico Neuropsicólogico, Organizacional, Trânsito e Porte de armas.

 

Aplicação: 

A avaliação em lápis e papel é feita manualmente e o tempo aproximado é de 5 minutos. As instruções e os exercícios de treino correspondem a uma página, e a folha do teste. Além disso, são necessários caneta esferográfica e um cro­nômetro (para o aplicador).

Na aplicação informatizada todo o processo é controlado pelo computador, através da plataforma HTS 5, a qual possui as possibilidades de teste local e avaliação on-line remota. Foram garantidas evidências de equivalência entre as versões originais e informatizadas, bem como confidencialidade e segurança dos dados gerados.

Em ambas as versões, o teste pode ser aplicado individualmente e coletivamente.

 

Imagens do material:

  

 

Normatização

As normas para o instrumento foram calculadas a partir de uma amostra total de 3.809 indivíduos, de seis Estados da federação, a saber: Amazonas, Minas Gerais, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A idade dos indivíduos variou dos 7 aos 76 anos, com coletas realizadas em diferentes contextos e instituições, dentre as quais escolas, universidades, clínicas de exame para habilitação, autoescolas, hospitais e empresas privadas.

  

Diferenças do d2 x d2-R

   

As respostas dos examinandos são regis­tradas e somadas numa folha carbonada, em campos demarcados; os crivos de resposta não são mais neces­sários.

A primeira e última linha não são mais compu­tadas. A tabulação dos dados requer agora muito menos tempo e é menos suscetível a erros do que antes. Nos escores resultaram as seguintes alterações:

  1. Como indicativo do desempenho da concentração é auferido apenas um escore (escore DC); o valor RB-E3 foi abandonado.
  2. A velocidade e o quociente de erro são operaciona­lizados no contexto da avaliação simplificada, com base no objeto-alvo (ao invés do valor RB). Do ponto de vista do conteúdo, os escores antigos e os novos são equivalentes.
  3. O processo de execução só pode ser determinado por meio da apreensão de quatro momentos de medição, resultantes do desempenho em blocos idênticos com três linhas cada. O processo de execução por linha deixou de ser considerado, assim como os escores re­sultantes da amplitude de oscilação (AO).
  4. Por fim são indicados escores simples, que apontam para um processamento irregular do teste.

 

Correção Informatizada

A versão lápis e papel (presencial), possui correção informatizada, possibilitando agilidade e praticidade na obtenção dos resultados. O sistema é intuitivo e oferece relatório com análise quantitativa.

As licenças são inclusas na compra da coleção completa e do bloco de respostas, em ambas as situações são disponibilizadas 25 correções informatizadas.

 

Link do Sistema:

https://correcao-hogrefe.com.br/d2r/usuarios/login

 

 

 

Depoimentos:

 

"Quanta Diferença!!!!! Quando saí do Curso de Especialização (direto do Túnel do Tempo), este foi o Primeiro Teste Neuropsicologico, com padronização brasileira, ao qual tive acesso (além do WISC III) - visto que os demais eram todos de fora do Brasil, mas aqui utilizados! "Briguei muito com Tabelas e Desvio Padrão" - onde, muitas vezes, os resultados não conduziam com o quadro global do paciente.

A Rica Revisão de Leandro Malloy Diniz e colaboradores, me coloca diante de um material extremamente bem elaborado, e, o melhor, com ampliação na idade de aplicação!

Nossos autores merecem reverências. A Neuropsicologia merece este respeito. O Paciente precisa ser fidedignamente avaliado!
Parabéns editora Hogrefe e todos os envolvidos".

Vanessa Souza - Psicóloga da Alpha Saber

 

"Aeee! Eu tava sentindo falta do d2! Não acho que outros testes validados e com normas br tenham a mesma demanda atencional!"

Armando Afonso Junior - Psicólogo

 

Padronização:

 

Leandro Fernandes Malloy-Diniz

Psicólogo, mestre em Psicologia e doutor em Farmacologia Bioquímica e Molecular pela UFMG. Atualmente, é professor associado do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG. Pertence ao quadro de orientadores permanentes dos programas de pós-graduação em Saúde da Criança e de Medicina Molecular da FM-UFMG. Também é professor do curso de Psicologia da Universidade FUMEC. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia nos biênios 2012-2013 e 2014-2015. É presidente da Associação Brasileira de Impulsividade e Patologia Dual.

 

Carlos Guilherme M. F. Schlottfeldt

Mestre em Neurociências pelo Programa de Pós-Graduação em Neurociências da UFMG. Atualmente é professor e coordenador do curso de Graduação em Psicologia da Faculdade do Futuro e, também, professor de graduação em psicologia da Faculdade Pitágoras. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicometria, Diferenças Individuais e Neuropsicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: memória operacional, inteligência e processos cognitivos básicos.

 

Alexandre Luiz de Oliveira Serpa

É fundador e CEO da Meta Cognitiv e Pós-doutorando do Laboratório de Neurociências Cognitiva e Social da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2008), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2012) e doutorado em Psicologia pela Universidade São Francisco (2017). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicometria e Data Science, é autor e adaptador de testes psicológicos, neuropsicológicos e intervenções em Saúde Mental. Atua com pesquisas na área de aplicação de tecnologias da informação no segmento da saúde, com foco no uso de jogos digitais para identificação de perfis de saúde mental.