PAY ATTENTION!

Programa de Intervenção dos Processos Atencionais para Crianças - Coleção Completa

Jennifer Thomson; Kimberly Kerns; Lynn Seidenstrang; McKay Moore Sohlberg; Catherine Mateer
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Material não restrito à psicólogos

 

Descrição 

Os déficits de atenção e Funções Executivas (FEs) estão relacionados a uma variedade de condições clínicas, incluindo trauma cerebral, anóxia/hipóxia, transtornos do desenvolvimento, exposição pré-natal a toxinas (como drogas e álcool) e transtornos de aprendizagem. A maioria das crianças com déficit de atenção é diagnosticada com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), sendo esse um problema de saúde mental bastante frequente em crianças, adolescentes e adultos em todo o mundo. 

A reabilitação neuropsicológica ou cognitiva tem uma serie de definições, mas pode ser entendida como um conjunto de atividades terapêuticas sistemáticas, funcionalmente orientadas, que pretendem melhorar o funcionamento cognitivo.

Sendo assim, o programa inclui atividades adequadas para a reabilitação dos problemas de processamento de atenção de crianças. Os materiais são projetados para remediar dificuldades em habilidades de atenção sustentada, seletiva, alternada, dividida, auditiva e visual. Os autores concluíram que o Pay Attention! tem viabilidade de aplicação, e mostrou eficácia na diminuição dos sintomas e melhora nas medidas neuropsicológicas.

 

Público Alvo

Esta intervenção é destinada à indivíduos entre 4 a 14 anos de idades.

 

Contexto

Clínico, Educacional, Neuropsicológico.

 

Aplicação

O processo de aplicação segue a organização hierárquica dos níveis de atenção: das tarefas de atenção sustentada, passando para atenção seletiva, alternada e dividida, bem como o aumento crescente de dificuldade das tarefas e seguidas as normas de interrupção e repetição de tarefas na tomada de linha de base e treinamento contidas no instrumento original.

Os materiais do Pay Attention!:

  1. Manual;
  2. Conjunto de estímulos visuais ( 2 baralhos e 3 figuras);
  3. Pen-drive (com mídias de áudio);
  4. Campainha;
  5. Caneta;
  6. Apagador.

 

Simulação de aplicação

 

 

 

Normatização

A tradução e adaptação transcultural foi tema da dissertação de mestrado de Deise Lima Fernandes Barbosa, desenvolvida na Universidade Federal de São Paulo (2011). O processo foi dividido em três fases: a) tradução e adaptação do manual e de cada tarefa; b) análise da adequação da tradução e da adaptação das tarefas por juízes especialistas; c) estudos-piloto com crianças sem distúrbios do desenvolvimento e com crianças com diagnóstico de TDAH.

A amostra foi composta por 18 crianças, com idades entre quatro e 12 anos, sendo duas crianças de cada idade (um menino e uma menina). Os participantes foram selecionados de acordo com critérios de inclusão e exclusão que permitiram estabelecer padrões de desenvolvimento normais. Para isso, foram aplicados dois testes de rastreio para seleção.

  

 

 

 

 

 

 

 

Depoimento

 

"Tenho utilizado bastante em pacientes com TDL, TDAH, TEA E Transtorno do Processamento Auditivo... geralmente as criancas gostam muito de apertar o botão vermelho, dessa forma trabalhamos também o controle inibitório".

Ana Carolina Sobreira - Fonoaudiologa: Bem Dizer Fonoaudiologia 

 

 

Tradução e Adaptação Brasileira por

 

Deise Lima Fernandes Barbosa

Mestre em Neurociências pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP (2011); especialista em Neuropsicologia - CFP (2012); graduada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2007); pesquisadora colaboradora do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil Interdisciplinar (NANI-CPN/AFIP). Terapeuta Cognitivo Comportamental. Atua nas áreas clínica, de ensino e pesquisa em Reabilitação Neuropsicológica de crianças com Transtornos do Desenvolvimento.

 

Monica Carolina de Miranda 

Mestrado em Psicobiologia pela Universidade Federal de São Paulo (2000) e Doutorado em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (2004). Foi membro fundadora do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil (NANI), ligado a AFIP. Foi Professor Associado Visitante na Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN, Depto de Psicologia (2016-2017). Possui titulo de Professor Afiliado (colaborador) da UNIFESP. Atualmente é Professora da Universidade Ibirapuera, atuando no Programa de Mestrado em Psicologia - área Psicossomática.

 

Orlando Francisco A. Bueno

Possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1969), mestrado em Farmacologia pela Universidade Federal de São Paulo (1972), mestrado em Farmacologia pela Escola Paulista de Medicina (1972) e doutorado em Farmacologia, setor de Psicobiologia pela Escola Paulista de Medicina (1974). Atualmente é professor aposentado da Universidade Federal de São Paulo, orientador permanente do Programa de Pós-graduação em Psicobiologia desta mesma Universidade.