ESUL

Escala de Suporte Laboral

Makilim N. Baptista; Hugo F. Cardoso; Acácia A. A. dos Santos; Ana Paula P. Noronha
Ocultar subprodutos

Material restrito à psicólogos

 

Descrição

A Escala de Percepção do Suporte Laboral (ESUL) avalia a percepção de colaboradores sobre o suporte do contexto do trabalho, com ênfase nas interações sociais e condições materiais oferecidas.

O conceito de Suporte Organizacional se refere as crenças globais do empregado sobre o quanto a organização o valoriza e cuida de seu bem-estar, expressando-se nas crenças e expectativas do indivíduo sobre o reconhecimento da organização de seu esforço no trabalho.

Pelo fato de se relacionar à percepção de bem-estar, satisfação e apoio oferecido, esse conceito se insere no movimento da Psicologia Positiva no contexto organizacional. A identificação da percepção dos trabalhadores sobre o suporte laboral pode resultar no empenho das organizações em minimizar a ocorrência de eventos que pudessem dificultar os relacionamentos intralaborais e poderia impactar positivamente sobre a produtividade.

 

Público-Alvo 

O instrumento é destinado à indivíduos de 17 anos e 71 anos de idade.

 

Contexto

Organizacional, a instituição em que o indivíduo trabalha – Comércio, Indústria ou Prestação de Serviços. 

  

Aplicação 

Pode ser aplicada individualmente ou coletivamente, em grupos de até 30 pessoas. Quando os grupos forem superiores a 20 pessoas, recomenda-se a presença de um auxiliar de pesquisa.

Não há limite de tempo para aplicação, sendo que, em média, 15 minutos são suficientes para responder o instrumento. No caso da aplicação coletiva, os colaboradores devem estar suficientemente separados

Para a aplicação são necessários folha de resposta e caneta azul ou preta.

 

Normatização 

A pesquisa de normatização contou com 1477 participantes, com idades variando entre 17 e 71 anos (M = 29,04; DP = 9,98), sendo 53,8% da amostra composta de participantes do sexo masculino. Os participantes eram provenientes dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Sergipe. No que tange ao ramo de atividade da organização, 44,5% trabalhavam em empresas cujo ramo de atuação era a área de prestação de serviços, 30% no ramo industrial e 22,8% atuavam em organizações do ramo comercial.

 

Artigos Relacionados

 

Escala de suporte laboral (ESUL) e escala de satisfação no trabalho: evidências de validade

Link: https://mla.bs/a4a7d42c

 

Escala de Suporte Laboral: construção e estudo das qualidades psicométricas

Link: https://mla.bs/0a3d04e5

 

 

Autores

 

Makilim Nunes Baptista 

Mestrado em Psicologia PUC (1997) e Doutorado pelo departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica da Universidade Federal de São Paulo (2001). Atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Psicologia da Universidade São Francisco. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Avaliação Psicológica, Tratamento e Prevenção Psicológica, atuando principalmente nos seguintes temas: depressão, suporte familiar, suicídio, adolescentes e estresse.

 

Hugo Ferrari Cardoso 

Pós graduação em Psicologia com ênfase em avaliação psicológica (Mestrado/2010; Doutorado/2013 e Pós doutorado/2015) pela Universidade São Francisco. Atualmente é Professor Assistente Doutor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP); membro da diretoria da Associação Brasileira de Orientação Profissional (ABOP - gestão 2016-2017) e participante do grupo de trabalho da ANPEPP. 

 

Acácia Santos

Mestrado em Psicologia Clínica (1981) pela PUC, Doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (1990). Professora titular da Universidade São Francisco na graduação e no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia. Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) Membro do conselho editorial de várias revistas na área de psicologia e do Comitê de Avaliação e Seleção de Periódicos LILACS Brasil (2009-2010; 2014-atual).

 

Ana Paula P. Noronha

Mestrado em Psicologia Escolar (1995) e Doutorado em Psicologia Ciência e Profissão pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1999). É Professora Associada do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Psicologia da Universidade São Francisco. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Fundamentos e Medidas da Psicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação psicológica, testes psicológicos, formação profissional, validação, avaliação percepto-motora, avaliação da inteligência, orientação profissional e psicologia positiva.