Como lidar com a Automutilação

Eduardo Wagner Aratangy; Fabiana De Laurentis Russo; Jackeline S. Giusti; Táki Athanássios Cordás
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 ISBN: 978-85-85439-50-7

* 68 páginas

 

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Como lidar com a automutilação

Guia prático para familiares, professores e jovens que lidam com o problema da automutilação

 

Frequentemente confundida com tentativa de suicídio, a automutilação é um comportamento desenvolvido principalmente pelo adolescente como maneira de aliviar seu sofrimento psicológico. A prática geralmente está associada a outros problemas psiquiátricos e ainda é objeto de poucos estudos no Brasil. A internet tem sido benéfica para a solução do problema, na medida em que o adolescente pode encontrar apoio on-line, mas também tem se mostrado extremamente prejudicial na difusão de métodos de mutilação e até na influência sobre os jovens que não sabem como resolver seus problemas de outra forma. A automutilação também está bastante ligada ao bullying, prática que vem sendo atualmente combatida em larga escala, em todos os meios sociais. 

Este guia traz informações sobre os grupos de risco, os motivos que levam o paciente a se automutilar, sobre como identificar o problema, como abordar o paciente que sofre de automutilação e como realizar o tratamento desse comportamento. 

Voltado principalmente para pais e professores, este guia também é indicado para adolescentes, jovens, adultos e todos que estejam passando pelo problema e precisem de ajuda. Há instruções práticas e direcionadas para a abordagem e a resolução desse problema, que ainda é tabu em todo o mundo, mas que apresenta número alarmante de praticantes nas estatísticas. 

 

Sumário


Apresentação


1. O que é automutilação?
1.1 O diagnóstico de automutilação
1.2 Qual é a diferença entre automutilação e procedimentos estéticos?
1.3 A difícil fronteira entre normalidade e doença
1.4 Modismos adolescentes
1.5 Quão difundidos são os comportamentos automutilatórios?
1.6 A internet e a automutilação
1.7 Automutilação e suicídio
1.8 Quando suspeitar que alguém está se mutilando?
2. Como surge o comportamento de automutilação?
2.1 Fatores de risco
2.2 Aspectos psicológicos que levam à automutilação
2.3 Aspectos sociais da automutilação
2.4 Aspectos médicos da automutilação
2.5 Modelo integrativo: fatores de risco para automutilação
3. O que fazer quando alguém apresenta automutilação?
3.1 O que NÃO fazer quando alguém se mutila!
3.2 Passos para um tratamento eficiente
3.3 O que o próprio indivíduo que se mutila pode fazer por si?
3.4 Como a família pode ajudar?
3.5 Como os educadores podem ajudar?
3.6 Aspectos psicológicos do tratamento
3.7 Aspectos médicos do tratamento
3.8 Terapia familiar
3.9 Terapia em grupo
3.10 Outros tratamentos
3.11 Relato de caso
Anexo
Endereços úteis
Referências

 

Conheça os demais livros da coleção:

 

Depoimentos

 

"Livro de fácil leitura e entendimento, e com vários recursos para amigos e familiares de quem se automutila".

Tayná Antinarelli

 

"Gostei do livro, traz contexto histórico sobre o tema e exemplos interessantes".

Marilía Rocha Castro

 

"Bom livro, ótima referência para os leigos sobre o assunto".

Gutembergue

 

"Linguagem fácil, foi feito um apanhado geral do tema. Bem didático"

Comentário da Amazon - cliente não identificado

 

Autores

 

Eduardo Wagner Aratangy (Org.)

Médico psiquiatra formado pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Médico supervisor da Enfermaria de Comportamento Alimentar (Ecal) e do Programa de Transtornos Alimentares (Ambulim) do Instituto de Psiquiatria do HC. Coordenador da Lida Multidisciplinar de Transtornos Alimentares da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

 

Fabiana De Laurentis Russo

Psicóloga formada pela Universidade Paulista (Unip). Especialista em Teoria e Clínica Psicanalítica e Neuropsicologia pelo Cenaces. Especialista em Transtornos Alimentares pelo Programa de Transtornos Alimentares (Ambulim) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

 

Jackeline S. Giusti

Médica psiquiatra da Infância e da Adolescência pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Doutora em Ciências na área de Psiquiatria pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Psiquiatra assistente do ambulatório de adolescentes impulsivos do Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

 

Táki Athanássios Cordás

Médico psiquiatra, mestre e doutor pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Coordenador da Assistência Clínica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Programa de Transtornos Alimentares (Ambulim). Professor do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, do Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo e do Programa de Fisiopatologia Experimental da Faculdade de Medicina da USP.